Afonso Vieira – Joinville

Afonso disse
27/04/2010 às 9:54

Mas o que é liberdade? E movimento? E liberdade de movimento? O tango realmente provoca isso? Até que ponto uma dança estruturada – que possui técnicas e esquemas pode provocar liberdade de movimento, pode ser autônoma e espontânea? Talves o “tango improvisado” alcance isso? Estando parado, pode -se estar em movimento? É preciso estar “preso” para sentir a tal liberdade? E quem se sente livre, precisa dessa liberdade? Me parece que eu tenho mais perguntas do que respostas!

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Um comentário para “Afonso Vieira – Joinville”

  1. Mário César Brasil disse:

    O seu questionamento é pertinente.No artigo do Dinzel ele fala da”liberdade na execução do Tango:a)a faculdade que detem o homem de fazer de uma maneira ou de outra e tambem de não fazer o movimento;b)a faculdade de fazer ou dizer quando não se oponha nem as leis nem aos bons costumes do grupo social em seu tempo de execução.Portanto,
    todo o processo coreográfico do Tango finalmente se encontra atado na determinação do individuo e na sua capacidade de opcionar livremente perante as distintas circunstancias dadas no espaço geral.Esta inquietante possibilidade de criar e destruir para evoluir e saltar para algo novo”.

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